O que faz um investigador de polícia

Embora exista uma diferença clara entre investigadores de polícia e detetives profissionais, no que diz respeito aos seus respectivos empregadores, o trabalho de ambos é bastante similar. De modo a esclarecer, os investigadores de polícia só o são por trabalharem para a função pública, sendo por isso necessário prestar concurso público. Já os detetives profissionais são profissionais autônomos, contratados por particulares, para levarem a cabo investigações de foro pessoal.

Aqueles que exercem a atividade de investigador de polícia tem como função única a investigação de crimes. Para isso, elaboram perícias (objetos, documentos, cenas de crimes),efetuam prisões por determinação judicial ou na eventualidade de um flagrante delito, coletam impressões digitais, identificam pessoas e cadáveres, custodiam presos, atuam na prevenção e gestão de crises relacionadas com atos criminosos (sequestros, assaltos com reféns), recolhem depoimentos, prestam testemunho, registram informações em laudos, elaboram relatórios, intermediam negociações, socorrem vítimas, entre outras atividades que podem vir a ser necessárias no decorrer de uma investigação ou pelo aparecimento de uma situação de risco elevado.

Portanto, para exercer a profissão de investigador de polícia, além de prestar concurso público, com aprovação, é necessário ter o ensino médio completo, requisito necessário para a inscrição válida no concurso. Adicionalmente, frequentar um curso de formação profissional, cuja duração varia de 200 a 400 horas de aula.

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