Como se livrar das dívidas

Se livrar das dívidas pode ser algo aparentemente impossível (ou quase impossível) de se conseguir para algumas pessoas. Porém, apesar de exigir paciência, persistência e determinação, pagar as dívidas pode ser algo perfeitamente realizável, desde que se tenha foco e bom senso.

Algumas dicas essenciais para livrar-se de dívidas:

- Não gaste mais do que ganha.

- Controle e organize suas despesas.

- Cancele assinaturas de TV a cabo, revistas e de outras coisas desnecessárias.

- Economize dinheiro.

- Não faça novas dívidas.

- Mude-se para um lugar menor.

- Não faça compras à prazo.

- Não compre coisas desnecessárias.

- Evite comer fora.

- Pague primeiro as dívidas de maiores juros.

- Substitua dívidas existentes por outras de menores juros.

Como comprar ações

Comprar ações de uma empresa é relativamente fácil a partir do momento em que você possui conta em uma corretora para efetuar a sua compra.

Antes de tudo, portanto, é necessário que você saiba o que quer de uma corretora de ações. Você quer se encontrar com alguém cara-a-cara? Você vai querer falar com alguém (para tirar dúvidas e emitir ordens) pelo telefone? Vai querer fazer tudo pela internet? Você tem intenção de comprar e vender apenas ações, ou você também gostaria de comprar e vender ações estrangeiras, contratos futuros e commodities?

Escolha uma corretora de ações que atenda as suas necessidades. Peça a seus amigos ou colegas por recomendações.

Entre em contato com a corretora que escolher e peça para abrir uma conta. Muitas corretoras oferecem a abertura de contas pela internet, porém exigem que sejam enviados documentos por correio (como comprovante de residência e identidade) para que a conta possa começar a realizar transações.

Por esse mesmo motivo, podem levar alguns dias para abrir sua conta na corretora, portanto não espere poder negociar ativos no mesmo dia em que você decidir abrir uma conta.

A conta de home-broker (como são chamadas as contas que negociam online) é rápida e conveniente, mas sujeita a falhas. Pergunte à corretora se você terá como emitir ordens por telefone se for necessário.

Uma vez que sua conta na corretora esteja aberta, você poderá transferir fundos para ela e começar a comprar ações na bolsa.

As corretoras de ações cobram taxas de corretagem, que é um valor pago por cada ordem (de compra ou de venda) realizada, e também podem cobrar taxa de custódia, que é um valor cobrado mensalmente pela manutenção da conta.

Comparação Dilma x Serra

Os dois principais candidatos à presidência da república do Brasil, Dilma Rousseff, do PT, e José Serra, do PSBD, possuem diferenças relevantes em suas propostas, que possuem tanta importância quanto a que o mandato de qualquer um deles terá sobre a forma com que o país será conduzido.

Do posicionamento dos candidatos em relação aos principais temas de interesse nacional, fazendo uma comparação, podemos citar:

Reforma da legislação trabalhista

Dilma: considera não haver nada de errado na legislação atual e não fará reformas trabalhistas.
Serra: mostra-se favorável à realização de uma reforma que busque desonerar a contratação.

Tripé da economia (metas de inflação, câmbio flutuante e superávit primário)

Dilma: mostra-se favorável à manutenção do tripé.
Serra: mostra-se favorável à manutenção do tripé.

Autonomia (real) do Banco Central

Dilma: mostra-se contra.
Serra: mostra-se contra.

Educação e emprego

Dilma: sem proposta específica para o assunto até o momento da publicação deste artigo.
Serra: defende a melhor qualificação de professores e a disseminação de cursos técnicos profissionalizantes como meio de formar mão-de-obra qualificada.

Aparelhamento do estado e loteamento político

Dilma: afirma não ver problemas desde que o indicado político seja tecnicamente capaz.
Serra: critica duramente a prática e afirma que a combaterá se for eleito, argumentando que é preciso reduzir os gastos de custeio para ampliar os investimentos.

Funcionalismo público

Dilma: sem propostas específicas até o momento da publicação deste artigo.
Serra: defende a implementação de políticas de meritocracia semelhantes às implantadas no estado de São Paulo, em que os funcionários recebem bônus de acordo com seu desempenho.

Segurança pública

Dilma: defende maior esforço no combate ao crack e ao tráfico de drogas em geral.
Serra: defende a criação de um ministério para cuidar do assunto e um maior monitoramento das fronteiras para evitar a entrada de drogas e armamentos de países vizinhos.

Cartão de Crédito Grátis

Vários cartões de crédito (tanto nacionais quanto internacionais) já são oferecidos sem anuidade para os clientes por vários bancos.

Aqui estão relacionados os cartões de crédito isentos de anuidade, já com o respectivo link para o site do emissor, onde deverá ser feita a solicitação.

American Express: cartão de crédito internacional e sem anuidade.

Cartão Petrobras Visa International: Cartão de crédito internacional, com chip, sem anuidade, sem taxa de adesão, sem tarifas de extrato e com programa de pontos.

Santander Free: Visa ou Mastercard – cartão de crédito internacional, sem anuidade, sem tarifas de excesso de limite e com programa de pontos.

Cartão iG Unicard: Visa ou Mastercard – cartão de crédito internacional com anuidade grátis (inclusive para cartão adicional) .

Cartão Lions Club Unicard: cartão de crédito Visa internacional, isento de anuidade e seus gastos se convertem em doações para a campanha SightFirst do Lions Club International.

Hipercard: cartão de crédito sem anuidade e com dois limites de crédito.

Cartão Saraiva: Visa Internacional com isenção de anuidade e de tarifas de emissão de fatura, extrato ou manutenção.

Quantos impostos existem no Brasil?

Entende-se como imposto os pagamentos obrigatórios que são exigidos das pessoas físicas e empresas pelo governo.

O Brasil possui um total de 85 impostos, tendo um sistema tributário burocrático, confuso e oneroso.

Abaixo está a lista de todos os impostos existentes no Brasil.

Relação Atualizada em 31/03/2009

Lista de tributos (impostos, contribuições, taxas, contribuições de melhoria) existentes no Brasil:

  1. Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM – Lei 10.893/2004
  2. Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) – Lei 5.461/1968
  3. Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT  – Lei 10.168/2000
  4. Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado “Salário Educação” – Decreto 6.003/2006
  5. Contribuição ao Funrural
  6. Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) – Lei 2.613/1955
  7. Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
  8. Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) – Lei 8.029/1990
  9. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) – Decreto-Lei 8.621/1946
  10. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) – Lei 8.706/1993
  11. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) – Lei 4.048/1942
  12. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) – Lei 8.315/1991
  13. Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) – Lei 9.403/1946
  14. Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) – Lei 9.853/1946
  15. Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) – art. 9, I, da MP 1.715-2/1998
  16. Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) – Lei 8.706/1993
  17. Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
  18. Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
  19. Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis – Lei 10.336/2001
  20. Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Remessas Exterior – Lei 10.168/2000
  21. Contribuição para a Assistência Social e Educacional aos Atletas Profissionais – FAAP – Decreto 6.297/2007
  22. Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública – Emenda Constitucional 39/2002
  23. Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE – art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
  24. Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública – art. 32 da Lei 11.652/2008.
  25. Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
  26. Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
  27. Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS – Lei Complementar 110/2001
  28. Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
  29. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
  30. Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
  31. Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
  32. Fundo Aeroviário (FAER) – Decreto Lei 1.305/1974
  33. Fundo de Combate à Pobreza – art. 82 da EC 31/2000
  34. Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) – Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997
  35. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
  36. Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) – art. 6 da Lei 9.998/2000
  37. Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) – art.6 do Decreto-Lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002
  38. Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) – Lei 10.052/2000
  39. Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
  40. Imposto sobre a Exportação (IE)
  41. Imposto sobre a Importação (II)
  42. Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
  43. Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
  44. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
  45. Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR – pessoa física e jurídica)
  46. Imposto sobre Operações de Crédito (IOF)
  47. Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
  48. Imposto sobre Transmissão Bens Inter-Vivos (ITBI)
  49. Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)
  50. INSS Autônomos e Empresários
  51. INSS Empregados
  52. INSS Patronal
  53. IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
  54. Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
  55. Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
  56. Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação – Lei 10.870/2004
  57. Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias – Decreto-Lei 1.899/1981
  58. Taxa de Coleta de Lixo
  59. Taxa de Combate a Incêndios
  60. Taxa de Conservação e Limpeza Pública
  61. Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA – Lei 10.165/2000
  62. Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos – Lei 10.357/2001, art. 16
  63. Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
  64. Taxa de Fiscalização da Aviação Civil – TFAC – Lei 11.292/2006
  65. Taxa de Fiscalização da Agência Nacional de Águas – ANA – art. 13 e 14 da MP 437/2008
  66. Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) – Lei 7.940/1989
  67. Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes ou Concursos – art. 50 da MP 2.158-35/2001
  68. Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
  69. Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro – TFPC – Lei 10.834/2003
  70. Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar – TAFIC – art. 12 da MP 233/2004
  71. Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
  72. Taxa de Licenciamento, Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas instalações – Lei 9.765/1998
  73. Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
  74. Taxa de Pesquisa Mineral DNPM – Portaria Ministerial 503/1999
  75. Taxa de Serviços Administrativos – TSA – Zona Franca de Manaus – Lei 9.960/2000
  76. Taxa de Serviços Metrológicos – art. 11 da Lei 9.933/1999
  77. Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
  78. Taxa de Outorga e Fiscalização – Energia Elétrica – art. 11, inciso I, e artigos 12 e 13, da Lei 9.427/1996
  79. Taxa de Outorga – Rádios Comunitárias  – art. 24 da Lei 9.612/1998 e nos art. 7 e 42 do Decreto 2.615/1998
  80. Taxa de Outorga – Serviços de Transportes Terrestres e Aquaviários – art. 77, incisos II e III, a art. 97, IV, da Lei 10.233/2001
  81. Taxas de Saúde Suplementar – ANS  – Lei 9.961/2000, art. 18
  82. Taxa de Utilização do SISCOMEX – art. 13 da IN 680/2006.
  83. Taxa de Utilização do MERCANTE – Decreto 5.324/2004
  84. Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
  85. Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE – Lei 9.718/1998

Fonte: Portal Tributário

Um site interessante que mostra a arrecadação do governo com impostos é o Impostômetro.

Motivos de Devolução de Cheques

Abaixo estão listados os motivos de devolução de cheques (com os números e descrições) de acordo com o estabelecido pelo Sistema Financeiro Nacional.

11 – insuficiência de fundos – 1ª apresentação

12 – insuficiência de fundos – 2ª apresentação

13 – conta encerrada

14 – prática espúria (Compromisso Pronto Acolhimento)

20 – folha de cheque cancelada por solicitação do correntista

21 – contra-ordem ou oposição ao pagamento

22 – divergência ou insuficiência de assinatura

23 – cheques de órgãos da administração federal em desacordo com o Decreto-Lei nº 200

24 – bloqueio judicial ou determinação do BACEN

25 – cancelamento de talonário pelo banco sacado

26 – inoperância temporária de transporte

27 – feriado municipal não previsto

28 – contra-ordem ou oposição ao pagamento motivada por furto ou roubo

29 – falta de confirmação do recebimento do talonário pelo correntista

30 – furto ou roubo de malotes

31 – erro formal de preenchimento

32 – ausência ou irregularidade na aplicação do carimbo de compensação

33 – divergência de endosso

34 – cheque apresentado por estabelecimento que não o indicado no cruzamento em preto, sem o endosso-mandato

35 – cheque fraudado, emitido sem prévio controle ou responsabilidade do estabelecimento bancário (“cheque universal”), ou ainda com adulteração da praça sacada

36 – cheque emitido com mais de um endosso – Lei nº 9.311/96

37 – registro inconsistente – CEL

40 – moeda inválida

41 – cheque apresentado a banco que não o sacado

42 – cheque não compensável na sessão ou sistema de compensação em que apresentado e o recibo bancário trocado em sessão indevida

43 – cheque devolvido anteriormente pelos motivos 21, 22, 23, 24, 31 e 34, persistindo o motivo de devolução

44 – cheque prescrito

45 – cheque emitido por entidade obrigada a emitir Ordem Bancária

46 – CR – Comunicação de Remessa cujo cheque correspondente não for entregue no prazo devido

47 – CR – Comunicação de Remessa com ausência ou inconsistência de dados obrigatórios

48 – cheque de valor superior a R$ 100,00 sem identificação do beneficiário

49 – remessa nula, caracterizada pela reapresentação de cheque devolvido pelos motivos 12, 13, 14, 20, 25, 28, 30, 35, 43, 44 e 45

Lista de deputados que votaram a favor da recriação da CPMF

No dia 11/06/2008 a Câmara dos Deputados aprovou a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), agora sob o nome de CSS (Contribuição Social para a Saúde), com 259 votos favoráveis, 159 contrários e duas abstenções.

Os principais partidos responsáveis pela aprovação da recriação do imposto foram: PT (com 69 votos a favor), PMDB (com 68 votos a favor) e PR (com 25 votos favoráveis).

Abaixo está a lista, apurada pela Folha de São Paulo, de todos os deputados que votaram a favor da recriação da CPMF.

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