•
Fichamento é uma forma de resumir um texto ou livro explicando as idéias principais com a ajuda de citações, esquemas, diagramas, entre outros.
Assim como qualquer trabalho acadêmico, os fichamentos preferencialmente deverão seguir os padrões da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas agregados a uma linguagem formal e a utilização de argumentos relevantes.
Ao destacar as principais idéias do texto a ser fichado, o uso de citações comprova e reforça que o que se está sendo falado casa com o apresentado no texto original. Existem diversos tipos de citação, que, de um modo geral, são cópias literais de trechos de outros autores – podendo ser do mesmo autor do texto original ou de complementares. Estas devem estar com espaçamento e tamanho da fonte diferenciado para serem identificadas como adicionais ao texto da autoria de quem realiza o fichamento.
O fichamento facilita a execução dos trabalhos acadêmicos e a assimilação dos conteúdos estudados. Sua estrutura é composta por um cabeçalho, desenvolvimento do assunto e referências (autoria, título, local de publicação, editora e ano da publicação).
•
Glossário é a parte de uma pesquisa, monografia, trabalho, livro ou projeto em que se organizam todas as palavras ou termos que serão encontrados ao longo do texto para que o leitor se organize e encontre com facilidade o significado.
Ao longo de uma leitura, sempre que se deparar com algum termo desconhecido, o glossário é o lugar ideal para descobrir seu significado. Geralmente colocado no final do texto, este recurso é utilizado para não interromper as idéias centrais do que está sendo lido.
Organizado por ordem alfabética funciona como um pequeno dicionário com a diferença de que são permitidas a inserção de frases ou mais de uma palavra que possuem uma explicação unida.
Os glossários são compostos por termos técnicos e/ou específicos que poderão auxiliar a compreensão dos temas abordados. Para fazer um glossário, primeiro tenha em mente todas as palavras ou terminologias que necessitam explicação e então as organize por ordem alfabética no final de sua obra. As explicações poderão ser breves ou um pouco mais extensas, dependendo da complexidade e da ênfase que se deseja condicionar o elemento a ser explicado.
Na internet, em links com as letras do alfabeto de A até Z, as terminologias estão agrupadas desta forma que deverá ser semelhante no texto impresso com uma ou mais páginas para cada grupo de frases ou palavras que começam com a mesma letra.
•
Narrar é contar um fato, um episódio; todo discurso em que algo é contado pode ser chamado de narrativa.
Diferente das redações discursivas ou dissertativas em que se defende com argumentações um fato ou ideia, a narrativa segue em tom de história.
Ao narrar se relata fatos e acontecimentos, reais ou fictícios, vividos por indivíduos, envolvendo ação e movimento. Para realizar uma boa narrativa deve-se primeiro ter o conhecimento de certos padrões presente neste modelo de texto como, por exemplo, o de dar seqüência aos fatos de forma ordenada; o de que a sucessão de tais seqüências recebe o nome de enredo, trama ou ação; as pessoas ou elementos que realizam as ações são os personagens; o ambiente é o lugar onde ocorreu o fato; e o momento é o tempo em que ocorrem as ações.
A narração pode ser feita em 1ª pessoa quando o fato é contado por um participante ou 3ª pessoa quando o narrador é observador e não participa diretamente.
As narrativas podem ser escritas de formas bastante simples, como histórias contadas para crianças até as mais complexas, como a de livros e romances requintados. O estilo vai depender da criatividade do escritor e dá inserção de elementos que tornarão a narrativa mais ou menos rica. Adicione descrições de cenas e objetos ou ações importantes para contribuir com o envolvimento do leitor.
•
A Bibliografia é a parte do trabalho em que se coloca por ordem alfabética todas as referências utilizadas para a produção da monografia ou qualquer outro projeto em questão.
Todo trabalho acadêmico deve seguir os padrões da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.
As fontes a serem indicadas podem ser livros, revistas, enciclopédias, a Internet ou qualquer outra que tenha a informação que deseja utilizar.
Sempre anote o nome do editor, a data, cidade onde foi escrito e o autor do texto. Os direitos de um livro estão normalmente na contra capa. Na Internet, a data e o autor normalmente estarão no início ou no fim do texto, assim como em artigos de jornal ou revista.
A forma mais comum para se indicar um livro é a seguinte: ÚLTIMO SOBRENOME, 1º nome. Título da Obra. Edição. Cidade: Editora, ano.
O nome da obra deverá estar sublinhado ou em negrito.
Na internet, o padrão deve ser: Último Nome, Primeiro Nome. Título da Página. Data em que encontrou o website, .
Para não correr o risco de errar, consulte o site da ABNT para certificar-se de que as regras vigentes não sofreram alterações.
•
A carta de apresentação, como o próprio nome já diz, é um artifício para trazer informações pessoais e profissionais relevantes ao se candidatar a um emprego, um concurso ou uma bolsa de estudos, tanto espontaneamente como respondendo a um anúncio.
Mesmo quando não é exigida, recomenda-se enviar junto ao currículo uma boa carta de apresentação como um diferencial em relação aos outros candidatos.
Na carta, não é necessário se estender ou repetir tudo o que está no seu currículo, mas é importante expressar as suas pretensões e destacar alguns pontos pessoais e profissionais que poderão chamar a atenção de uma forma favorável.
Coloque sempre algo acerca da sua personalidade. Procure mostrar o seu estilo voltando-se para as particularidades que poderão ser relevantes a vaga.
Enquanto o currículo indica o seu passado profissional e conhecimentos técnicos, a carta deve aproximar você da vaga que busca. Indique os seus pontos fortes de como trabalhar em grupo, como encara os objetivos, as adversidades, a competição, o stress, entre outros.
Não destaque nenhum ponto negativo, deixe para responder perguntas deste tipo durante a entrevista cara a cara. Uma carta de apresentação deverá ser uma folha simples, preenchida apenas num dos lados, para que não afaste o interesse pela leitura. O objetivo é incentivar o empregador olhar para o seu currículo e o chamar para uma entrevista pessoal.
•
Assim como a Justificativa de qualquer outro projeto, a de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deve seguir alguns padrões que esclareçam os motivos para a realização de sua pesquisa.
Seguindo os padrões estipulados pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, esta parte do projeto do TCC deverá apresentar as razões do que será abordado ao longo da monografia.
Procure articular a relevância intelectual e funcional do assunto investigado acrescentando a sua experiência prática como elaborador do projeto.
É neste momento em que se tentará convencer com argumentos sólidos a universidade, o orientador ou uma instituição de financiamento de que sua proposta de pesquisa merece ser realizada.
Some a defesa de suas idéias, a utilização de citações de outros autores para que ocorra um ponto de encontro com as pesquisas científicas na mesma linha do tema escolhido e a sua proposta. O diálogo com os principais autores ou correntes interpretativas sobre o tema deve ser um dos pontos mais importantes para dar credibilidade ao seu trabalho.
A Justificativa deverá exaltar a importância do tema a ser estudado e a necessidade de se levar adiante tal empreendimento sem que se responda tudo o que será tratado ou concluído durante o projeto. Seja direto e coeso para não incluir outras partes do projeto na Justificativa.
•
A Justificativa de um projeto acadêmico, técnico ou cientifico, trata-se de destacar a relevância e o porquê tal pesquisa deve ser realizada.
Para deixar claras as razões do que será abordado no projeto, pode-se responder em formato dissertativo questões como: “Quais motivos justificam meu projeto?”; “Que contribuições para a compreensão, intervenção ou solução para o problema trará a realização de tal pesquisa?”.
A pesquisa deve articular a relevância intelectual e prática do assunto investigado à experiência do investigador (quem elabora o projeto). É neste momento em que se tenta convencer com argumentos sólidos a universidade, o orientador ou uma instituição de financiamento de que sua proposta ou projeto merece ser realizado.
Não existe um modelo padrão, mas recomenda-se a utilização de citações de outros autores para que ocorra um ponto de encontro com as pesquisas científicas na mesma linha do tema escolhido e a sua proposta. O diálogo com autores ou correntes interpretativas sobre o tema deve ser um dos pontos mais importantes para dar credibilidade ao seu texto e garantir a existência comprovada de uma boa base de estudos sobre o tema em questão.
Tome o cuidado de não tentar justificar a Hipótese. Esta deverá ser levantada e desenvolvida em outra parte do projeto. Não se deve tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho. A Justificativa deverá exaltar a importância do tema a ser estudado e a necessidade de se levar adiante tal empreendimento.